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Quatro guerreiras que fizeram História!

09/03/2018

Olá, Atiradores!

Está saindo do forno mais um GM Blog quentinho, cheio de curiosidades!





 

Ontem, como já devem saber, foi comemorado o Dia Internacional das Mulheres.





"Ellie Golding claramente falando 'MEU BLOG' " - Slevin, GM

 

E resolvemos compilar uma listinha de quatro guerreiras que fizeram história, em homenagem às nossas batalhadoras de todo dia e também pra trazer um pouco de informação e visibilidade sobre estes ícones tão importantes que deixaram nome no mundo!





AQUI É GRLPWR, CAMBADA!
 

Então vamos lá!


Maria Bonita, a primeira cangaceira do Brasil

Maria Gomes de Oliveira, ou Maria Bonita, nascida em 8 de março de 1911 na Bahia, foi a primeira mulher a ingressar no grupo de cangaceiros do Nordeste. Ela foi companheira do chefe do cangaço, Virgulino Ferreira da Silva, o famoso Lampião.
Foi obrigada a se casar aos 15 anos com um sapateiro, mas o matrimônio era recheado de conflitos e brigas, o que fez com que dois anos depois se separasse - uma época na qual isto seria super mal visto.
Aos 19 anos, conheceu Lampião e em 1930, ingressou o grupo de cangaceiros. Os dois se apaixonaram e tiveram três filhos nos anos seguintes.
Mais de trinta mulheres fizeram parte deste bando durante seu período ativo - sua maior parte, concentrada no estado da Bahia.
Maria morreu em 1938 em Poço Redondo, Sergipe, juntamente com Lampião e o resto do bando, por tropas da polícia.





Retrato de Maria Bonita
 


Lyudmila Pavlichenko, a atiradora de elite de Guerras

Lyudmila, apesar de ter nascido na Russia, cresceu em Kiev, capital da Ucrânia, durante a Primeira Guerra Mundial, onde aos catorze anos trabalhava como lixadora numa fábrica de armamentos. Fez parte de um clube de tiro e de uma organização paramilitar soviética.
Durante seu tempo como universitária, os alemães invadiram a União Soviética e motivada então, ela se apresentou como voluntária para a artilharia e foi número dentre duas mil mulheres atiradoras de elite do exército soviético. Somente 1/4 deste número sobreviveu à guerra.
Ferida por um tiro em junho de 1942, foi afastada dos combates. Foi transferida para a América do norte, tornou-se major, instrutora de atiradoras de elite e foi a primeira cidadã soviética a ser recebida por um presidente dos Estados Unidos na Casa Branca. Ela foi condecorada com a Estrela Dourada do Herói da União Soviética.
Pavlichenko faleceu em 1974, aos 58 anos.





Lyudmilla Pavlichenko em possível treinamento
 

Dandara, a guerreira contra as Colônias

A história de Dandara ainda é incerta. Não se sabe se Dandara nasceu em terras brasilerias ou africanas, muito menos se realmente existiu. Expert em técnicas de capoeira, teria lutado ao lado de homens e mulheres pela libertação dos escravos nas diversas batalhas no Quilombo de Palmares, no século XVII, na atual região do Alagoas. Elaborava estratégias de luta com seu companheiro, Zumbi, líder do Quilombo. Teve três filhos com o guerreiro.
Segundo relatos, ela teria influenciado o rompimento de Zumbi com seu antecessor, Ganga-Zumba, que assinaria um tratado de paz com o governo de Pernambuco. Este documento dizia que autoridades deveriam libertar palmarinos presos em confrontos e autorizava também o comércio realizado por estes. A partir daí, os habitantes do quilombo deveriam entregar escravos fugitivos que estariam ali escondidos. Diz-se que Dandara não foi à favor do pacto, por entender que isto se tratava de um acordo sem garantia do fim da escravidão. Ganga-Zumba foi morto por alguém também contrário à esta proposta.
 

Dandara teria se suicidado em 1694 se jogando em um abismo, após ser presa em um dos conflitos, pois recusava-se a retornar às condições de escrava.
Mesmo não tendo sua história comprovada por registros, Dandara permanece como figura importante na história, pela luta da libertação dos negros no Brasil.



Dandara dos Palmares, ilustrada
 


Zenóbia, a Rainha comandante

Rainha na cidade de Palmira, na Síria, assumiu o controle do Império após a morte de seu marido e governou do ano de 250 até 275.
Liderando seu exército montada em um cavalo e vestindo uma armadura completa, conquistou regiões, inclusive impondo uma derrota avassaladora sobre tropas romanas, durante o reinado do imperador Cláudio. As legiões tiveram de recuar para a Ásia Menor.
Arábia, Armênia e Pérsia se aliaram à líder, declarando-a rainha do Egito.
Foram necessários quatro anos de tentativas de conquista por Aureliano, sucessor de Cláudio, para que a região da Síria fosse conquistada pelos romanos.
Zenóbia foi capturada juntamente com mais nove rainhas das províncias aliadas. A mesma foi exilada em Tibur.




Rainha Zenóbia, pintura por Herbert Schmalz



Mas e aí, o que acharam das guerreiras escolhidas pela equipe para terem suas histórias contadas?
Contem pra gente nos comentários quais guerreiras mais você conhece que fizeram e ainda fazem história!

 





Tá olhando o que?
 


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Qual a melhor estratégia? O que é um 'time com uma boa rotação'? #Descubra!


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Desejamos a todos um ótimo jogo!

Atenciosamente,
Equipe Point Blank